Além disso, a administração de Obama diz que recebeu provas irrefutáveis de que o Exército do governo sírio afinal usou armas químicas contra os rebeldes.

Neste contexto, os senadores republicanos John McCain e Lindsey Graham disseram que os Estados Unidos devem empreender uma operação militar – atacar com mísseis de cruzeiro as forças do governo da Síria.

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Pushkov: dados dos EUA sobre armas químicas na Síria são fabricados

O chefe do comitê da Duma de Estado para assuntos externos Alexei Pushkov chamou de fabricadas as informações sobre o uso de armas químicas por parte das autoridades da Síria.

“Os dados sobre o uso de armas químicas por Bashar Assad foram fabricados no mesmo lugar de onde vieram as mentiras sobre as armas de destruição em massa de Saddam Hussein. Obama está tomando o caminho de George W. Bush”, escreveu Pushkov em seu microblog no Twitter.

Na véspera, o assessor do presidente dos EUA, Ben Rhodes, disse que a Casa Branca tem informações sobre o uso de armas químicas “em pequena escala” pelas forças do presidente sírio Bashar Assad.

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EUA recomendam introduzir uma zona de exclusão aérea sobre a Síria

Militares norte-americanos propuseram introduzir sobre o território sírio uma zona “limitada” de exclusão aérea.

Esta zona deve cobrir 25 quilômetros para dentro do território sírio ao longo da fronteira da Síria com a Jordânia e ser garantida por complexos de mísseis antiaéreos Patriot e caças F-16, estacionados no território da Jordânia.

O objetivo da criação da zona, que se propõe chamar de “zona livre de combates”, deve ser formalmente a proteção de refugiados e de rebeldes sírios a serem treinados em território jordaniano sob orientação dos americanos.